quarta-feira, 31 de março de 2010

Guerreiro Júnior nega interferência em processo



“Jamais interferi em processo judicial em Codó ou em qualquer comarca", afirma o corregedor-geral do TJ.



O corregedor-geral da Justiça, desembargador Antonio Guerreiro Júnior, nega qualquer interferência em processo judicial ou interpelação de juíza para que executasse liminar de integração de posse. A matéria com o assunto, publicada na edição desta terça-feira no jornal O Imparcial, diz que Guerreiro e o comandante da polícia militar, Jefferson Teles, devem ser representados na justiça. Jefferson por incitar prática de delito em declaração a um programa de TV e Guerreiro por interferir em um processo judicial.

Guerreiro nega, enfaticamente. “Jamais interferi em processo judicial em Codó ou em qualquer comarca, e jamais interpelei nenhuma juíza por qualquer assunto”, reagiu o corregedor.

As informações foram repassadas a reportagem em debate realizado na OAB-MA, nesta segunda-feira. Participaram ouvidor nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, Ferminio Fechio, e o ouvidor regional, José Rubamar Araújo.

O desembargador disse ainda desconhecer processos de disputa de terras quilombolas em Codó. A matéria diz que ele interpelou por telefone uma juíza da comarca de Codó para liberar logo uma liminar de reitegração de posse.
A própria Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Maranhão, desmentiu a matéria. Macieira garantiu a Guerreiro, segundo a assessoria do desembargador, que “não se chegou a debater ou decidir, em nome da OAB-MA, qualquer iniciativa ou representação contra o desembargador Antonio Guerreiro Júnior, corregedor-geral da Justiça”.

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