segunda-feira, 12 de abril de 2010

Pingo nos "Is".

Há algum tempo que alguns meios da imprensa Maranhense cogitam meu nome a uma possível Secretaria Municipal de Juventude em São Luís - a última vez no mês passado. 

Recebi vários telefonemas de apoio. Agradeço a todos que se manifestaram a meu favor. 
Até hoje não tinha me pronunciado acerca do assunto, e sinto-me na obrigação de esclarecer tais fatos. 

Realmente houve o convite por parte do Prefeito de São Luís, João Castelo. Os que me conhecem de perto, sabem que o  meu padrinho político para esta empreitada, seria o Vereador e Atual Secretário Municipal de Saúde de São Luís, Dr. Gutemberg Fernandes. 

Chegaram até plantar "notinhas" em jornais, dizendo que: "eu estaria me aliando ao grupo Sarney, em troca da chefia do DEINT(Departamento Estadual de Estradas)." 
Em seguida, tentaram ligar minha imagem a do Deputado Federal Sarney Filho, o que foi desmentido de plano por meio de nota que reproduzo novamente:

"“Caro Ricardo Santos,
Fui avisado por colegas que havia em seu blog uma notícia que me ligava a figura do Deputado Sarney Filho – quanto a um processo que foi julgado nesta terça – feira (23/03) no TRE/MA.

O que houve foi que, na época (2006) eu realmente estava compondo o grupo que coordenava a campanha da candidata Roseana Sarney (através do escritório político do Deputado Sarney Filho), em São Luís, e uma líder comunitária – Raimunda Lima Sousa - que apoiava a candidata Roseana Sarney, foi acusada de estar comprando voto.

O processo que estava em pauta na data de ontem, tendo como parte o Deputado Sarney Filho, tratava-se de denúncia por um suposto de abuso de poder econômico – denúncia esta que não prosperou – confirmado pelo o pleno do TRE/MA, e não o que figurava como parte a líder comunitária Raimunda Lima.

O processo no qual você tenta ligar a minha pessoa a do Deputado Sarney Filho – o caso da líder comunitária Raimunda Lima – já foi analisado em primeira instância (transitado e julgado), sendo julgado improcedente, por falta de provas – creio que por conta da inconsistência dos fatos – decisão esta no mesmo sentido do ministério público eleitoral, que opinou pela a improcedência da denúncia, e registre-se: NUNCA FUI PARTE NESTE PROCESSO, NEM O DEPUTADO SARNEY FILHO!!

O que devem estar ligando a minha pessoa a este caso é que, na época, uma Ex-Namorada minha foi advogada do referido processo. Eu, como estudante do curso de direito, acompanhei todo o rito processual de perto, somente isso, mas reafirmo: NUNCA FUI PARTE NESTE PROCESSO!

Hoje o meu relacionamento com o Deputado Sarney Filho é por respeito e consideração, estamos em lados diferentes – Politicamente.

Com tais fatos, creio que essa notícia publicada em seu Blog, fica mais do que provada a inconsistência da referida.

Cordialmente
Daniel Motta.”

Jamais me encontrei com o Deputado Sarney Filho desde 2007 e nem ele nem eu tentamos nenhum acordo ou aproximação – Não temos o que conversar. Quem manteve contato com ele no mês passado, foi o meu pai, para tratar de assuntos institucionais do IBGE/MA, do qual é diretor.

Essa tática eu conheço bem aqui no Maranhão onde um grande problema político é ser rotulado de Sarneysista. Tais “informantes”, certamente ligados a eles, me obrigam a desmentir a “trama”.

Hoje, estou focado num projeto maior, que é a eleição do Dr. Jackson Lago ao Governo do Maranhão.

Precisamos somar forças de todas as idades para vencermos, em definitivo, o atraso político - causa principal do atraso social e econômico em nosso Estado.

Indigna-me a certeza de que um terço da população do Maranhão ainda vive nas trevas do analfabetismo.

Indigna-me constatar que dois terços da população só ainda não está em pele e osso, que nem os famintos de tudo de alguns grotões miseráveis da África, porque recebe o bolsa-família, programa de transferência de renda do governo federal.

Indigna-me ter que conviver com as carências tantas que mantém o nosso Estado disputando com Alagoas o primeiro lugar em tudo que não presta.

 Precisamos estabelecer o quanto antes um pacto entre os segmentos que ainda restam pensando no bem estar dos outros de modo a que finquemos as bases para um projeto de Estado.

Afinal, o que nós queremos que o Maranhão seja?

Precisamos demarcar horizontes para estabelecermos os rumos certos pelos quais devemos caminhar.

Estou convencido de que sem um projeto a longo prazo de Estado os planos de governos serão inoquos, sem espaços para os sonhos, aproveitáveis talvez como base de roteiros para ficções surrealistas.

E é por esse projeto de Estado que estou lutando e focado nesse momento, somente esse.

Boa semana a todos. 

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