segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Missão em andamento

Começou a baixaria. Divulguei ontem que está em andamento um plano para sujar a imagem do Desembargador Guerreiro. Ta aí a prova:


A missão foi dada na quarta-feira de cinzas. O objetivo da missão é "flexibilizar" a gestão do Des. Guerreiro, que não assina uma virgula fora dos ditames legais. 

Já avisei: Podem amarrar o cavalo na chuva. O Des.Guerreiro não vai se curvar.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Missão

A preguiça mental que se esparrama em certas épocas do ano pela maioria dos cérebros que opera a nossa imprensa cede espaços e estimula a produção fácil dos factoides. Coisa de vigarista!

Difícil encontrar um vigarista que não seja simpático, conversa inteligente, prestativo, solidário, geralmente bem educado. Aparentemente. 

Um certo Blogueiro vigarista, recebeu a missão de detonar com a imagem do Des.Guerreiro. A missão foi dada na quarta-feira de cinzas. Missão que está sendo orquestrada por um colega de toga.

O problema desse colega de toga é que ele está com as mãos enroscadas na bengala da expulsória. Ele está correndo contra o relógio. 

O objetivo da missão é "flexibilizar" a gestão do Des. Guerreiro, que não assina uma virgula fora dos ditames legais. 

Aviso: Pode amarrar o cavalo na chuva. O Des.Guerreiro não vai se curvar.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

São Paulo

O Minas Gerais foi o nosso primeiro porta-aviões, comprado da Inglaterra por Juscelino. Custou 82 milhões de cruzeiros.

Houve, na época, uma disputa entre a Aeronáutica e a Marinha. 

Sendo um grande navio, lógico que o comando seria da Marinha. Mas se a sua função básica era servir de base para decolagem e pouso de aviões em alto mar, então o comando seria da Aeronáutica.

Juscelino valendo-se da lógica deu o Minas Gerais para a Marinha. 

O Minas Gerais, virou uma sucata irreparável. Em 2000 o Brasil comprou da França, um velho porta-aviões, dando-lhe o nome de São Paulo. Custou 12 milhões de dólares.

O Presidente era o Fernando Henrique e deu o nome de São Paulo.

Em 2005, o São Paulo teve um incêndio sem maiores proporções. Morreram 3 tripulantes. 

Agora, outro incêndio, na Baia da Guanabara. Morreu 1 tripulante, outro está gravemente enfermo.

O São Paulo é o maior porta-aviões da América do Sul e o único do Brasil. Pode transportar ate 37 aviões e, ainda, 1.030 soldados.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Vamos com Edson Vidigal - Dores de Amores

A dor de quando morre um filho é uma dor que não morre. É uma dor que nunca acaba.

Eu vi o Flávio, irremediavelmente inconsolável, chorando a verdade da sua dor, diante do filho morto, um garoto apenas recém-chegado à adolescência e ouvi o clérigo sóbrio em sua fé, espargindo fé, sobrepairando palavras com dizeres de conforto.

Dissertou otimista sobre a imortalidade da alma. O que se pranteava ali, disse, era apenas o corpo no qual até a véspera vivera o menino. Sua alma certamente estava até ali também pranteando o corpo.

Consola, sim. Mas não retira a dor. 

A vida sempre, em algum momento, já nos levou ou ainda nos levará a essa estação de mistério. Por mais explicação que nos façam os filósofos ou as religiões, e ultimamente a ciência, tudo não será o suficiente para se entender tudo. 

Falo por mim, é claro. Não vale querer entender tudo. Então, só nos restam a fé e sua fonte de forças enormes e inesgotáveis que nos levam inclusive à remoção das montanhas. 

A fé em si, por si, é um mistério e sendo um mistério, é logico, não tem explicação. Mas será sempre um valor inestimável e renovável a nos inspirar e a nos impelir nas sequencias desse difícil exercício de viver.

La vie est injuste habitués à l'homme! – A vida é injusta, homem, acostume-se com ela. Dizem os franceses.

Com outros sons, em várias línguas, diz-se a mesma coisa. Sempre para lembrar o quão de injustiças permeiam as entregas e renúncias no exercício de se seguir corretamente a viagem da vida pela estrada e, ainda por cima, sobreviver. 

A morte, ao contrário, nos iguala. Impõe sempre a sua mesma e contundente lição de humildade. Inevitável quanto a luz do sol no dia que amanhece, a morte nunca falha quando entende chegada a data, a hora, a circunstancia, deixando a cada um em atestado a sua desculpa.

Com certeza, a vida não é justa quando um garoto como esse do Flávio começa a despertar em seus sonhos, a se encantar com as alegrias da adolescência, a conhecer a cartilha da vida ensinando-lhe o que é certo e bom e o que é ruim porque é errado. 

A vida ao invés de expelir a alergia que colou no menino ainda na escola, não! Levou-o passivamente ao hospital onde a dona morte, mais covardemente ainda, o paralisou definitivamente.

Penso que vem daí a logica do brocardo francês - La vie est injuste habitués à l'homme!

Quanto a nós, o que nos cabe é trabalhar seriamente para que as injustiças da vida se reduzam. Podemos contribuir para a redução das desigualdades, sim. Podemos até, pelos avanços da ciência, retardarmos as incursões inevitáveis de dona morte.

Quando meu pai morreu, eu estava longe, não deu tempo de vê-lo. Quando cheguei já havia sido sepultado. Doeu.

Quando minha mãe morreu, cheguei a tempo no velório. Doeu muito, muito mesmo.

Quando morreu um filho, pude estar com ele assim, que nem o Flávio, até o ultimo momento. Dói ainda hoje. É uma dor que nunca acaba.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Era uma vez o Quinto Constitucional

O Atual Presidente do TJ/MA, Des.Guerreiro Júnior, não esconde que irá instalar três vagas naquela corte. Já encaminhou, inclusive, para o Arnaldo, Presidente da Assembleia, projeto de lei que cria a quinta câmara cível. 

Quem tem esperanças de ocupar uma vaga de Desembargador pelo Quinto Constitucional, pode parar de ninar com esta vaga. 

É simples: Basta entender de matemática. Atualmente são vinte e quatro Desembargadores, dos quais cinco são pelo Quinto Constitucional (OAB e MP). Instaladas as três vagas e cedida uma ao Quinto Constitucional, passariam a seis. 

As constas não bateriam. Vinte e sete Desembargadores, sendo seis vagas do Quinto. O Quinto não seria mais quinto. Seria "Quarto e meio constitucional". 

Para seis vagas do Quinto, o Tribunal deveria ter no mínimo trinta Desembargadores.

Essa matemática simples já chegou ao conhecimento do Des. Guerreiro Júnior. Essas três vagas são da magistratura. E assim deverão ser instaladas

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Vamos com Oriana Gomes - Ignorância ou má-fé?

No dia 27 de janeiro do ano fluente, tomei conhecimento de notícia veiculada com informações deturpadas quanto a voto proferido no dia anterior, no julgamento de um recurso, como membro substituto do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MA). Fiquei surpresa com a desinformação ali contida. Ao contrário da ignorância demonstrada pelo "jornalista", não reformulei voto algum. Votei apenas uma única vez. Para conhecimento do tal "jornalista" a signatária não era a Relatora e nem a Revisora do Recurso, portanto, não poderia modificar o voto. Quanto ao outro "jornalista-político" ou vice-versa, se ele tem dono, não é o caso desta magistrada, pois, todas as funções públicas exercidas até a presente data, decorreram de esforço pessoal: passei em 9 (nove) concursos federais e 4 (estaduais), todos nos primeiros lugares, passei em 2 (dois) vestibulares nos primeiros lugares na UFMA (Direito e Pedagogia). Ainda não terminei meu curso de mestrado pela dedicação aos mais de 8 (oito) mil processos que tinha na 3ª Vara Cível, à qual dediquei parte da minha vida e nesta Vara dos Crimes Contra a Ordem Tributária (e a comunidade maranhense é testemunha disso!). Assim, nada devo a ninguém a não ser ao Senhor Deus e seu Filho Jesus Cristo, a alguns professores, os quais sempre me estimularam e me ajudaram emprestando livros. 

Destaco, sobretudo, Rosa Maria Varela (primário); Maria Helena Bello, Concita Quadros, Maria da Graça Jorge (ensino médio), Nivaldo Macieira, Alberto Tavares, Dionísio Rodrigues (no ensino universitário), Luiz Flávio Gomes, Vera Regina e Caldas Góis Júnior (Pós-graduação). Como servidora pública em cargos de destaque (Promotora de Justiça magistrada e professora universitária - este último o mais importante deles) procuro agir com ética e dignidade, portanto, jamais deixaria de proferir um voto que considero compatível com o Direito e a Justiça, para agradar A ou B; ou, por medo da pressão da mídia, que ora é a favor de uns, ora de outros, dependendo daqueles que lhes dão suporte financeiro para manter seus jornais. Não é o caso da signatária.

Quem conhece esta magistrada sabe que se votei pela nulidade do ato, em virtude da não publicação, é porque tal situação fere o princípio do contraditório e da ampla defesa (artigos 5º, incisos LIV e LV; e 37, caput da Constituição Federal da República). E, nesse caso, não interessa se o réu é branco, preto, azul, amarelo, político, ou não-político. Todos que vão às portas do Judiciário ou nelas são chamados devem ter os direitos respeitados por atos lídimos. Por enquanto, penso que o "jornalista" agiu pela ignorância, da próxima vez, pode-se inferir que agirá de má-fé. Ademais, as decisões judiciais possuem meios próprios para serem discutidas, evidente que os meios de comunicação não são apropriados para atacar tais decisões e, muito menos, o convencimento e a dignidade do magistrado! A função do verdadeiro jornalista é comunicar a verdade dos fatos, agora, iniciar uma matéria distorcida, apenas por critério de conveniência política, é falta de ética não somente com os colegas de profissão, mas com a própria sociedade. Por outro lado, a função do magistrado é não compactuar com atos processuais nulos, preservando a dignidade de todos!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Bomba! Mulher de hacker diz que juíza daria R$ 150 mil para marido ajudar polícia prender tabelião Luiz Belchior

Lembram da história do hacker Paulo Ferreira, que afirmou em depoimento à polícia ter sido contratado para matar a juíza Lucimary Castelo Branco (6º Juizado Especial Cível); a tabeliã Ana Carolina Brasil Campos Maciel, a Carol Brasil, do Cartório de São Mateus; e o tabelião substituto do Cartório de Maranhãozinho, Ronaldo Torres?!

O próprio hacker desmentiu a história e a polícia encerrou essa etapa do inquérito. O caso agora pode ter uma reviravolta.

Em depoimento prestado no último dia 9 ao delegado Carlos Alberto Damasceno, da Seic (Superintendência de Investigações Criminais), a agente administrativa Joany Mesquita Lima Ferreira, mulher do hacker, diz ter ouvido do marido que Lucimary é quem iria pagar R$ 150 mil para que ele “ajudasse a polícia com informações que levasse prisão de Luiz Belchior”.

O depoimento faz parte da continuidade das investigações. 

Leia a íntegra do depoimento de Joany Mesquita Lima: